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VAS 0 x 0 REM 10/10, 18h00 São Januário - RJ
BOC 0 x 1 VAS 13/10, 21h30 La Bombonera - ARG
SAO 1 x 0 VAS 17/10, 21h00 Morumbis - SP
VAS 1 x 3 BOC 20/10, 21h30 Maracanã - RJ
VAS x COR 24/10, 18h30 São Januário - RJ
VAS x FLA 29/10, 20h00 Nilton Santos
PAL x VAS 01/11, 16h00 Nubank Parque - SP

Em nome do pai, André jura amor ao Vasco

André é o novo reforço do Vasco
O atacante André chegou ao Rio nesta quinta-feira para fazer exames e assinar contrato, por empréstimo, com o Vasco até o fim do ano. A diretoria ainda não confirmou, mas a expectativa é de que ele seja apresentado ainda nesta sexta em São Januário.

Se depender do pai, o ex-santista tem tudo para brilhar na Colina. Vascaíno de carteirinha, seu Lenílson sempre contou ao filho a história dos grandes ídolos do Vasco. Craques que ele viu jogar quando chegou ao infantil do clube, em 1974.

“Vi de perto o Roberto Dinamite jogar. O Orlando Lelé, que muito anos depois viria a ser meu treinador no Goiatuba (GO), onde fomos campeões goianos (1992). São histórias que o André conhece desde pequeno”, diz seu Lenílson, feliz da vida com a ida do filho para o clube do coração.

“Estou muito feliz. É o time do meu pai e da maioria dos meus amigos. Então, a cobrança já vem de casa”, disse o atacante garantindo estar muito motivado. “É um desafio. Vou me concentrar nisso, dar a volta por cima, e mostrar que o André de 2010 está com muita vontade de ajudar o Vasco”.

E a cobrança será pesada em casa: “Por ter sido atacante pego demais no pé dele. O André diz que sou chato, mas não ligo. Quero mais é que ele faça muito gols com a camisa do Vasco”.

Seu Lenílson descobriu cedo a vocação do filho. Desde pequeno, ele já demonstrava ter muita habilidade. “Pelo jeito dele eu já sabia que o André ia dar caldo. Além de habilidoso, ele foi artilheiro em todas as categorias que passou desde que começou a treinar na escolinha”, disse.

Também não faltaram incentivo e bons exemplos na família. Além de ter um pai goleador, seu tio, Luís Carlos Marins, foi ex-lateral do América (MG). Um incentivo a mais. “Está no sangue (risos).

Quando jogava em Goiás, ele sempre entrava comigo nos jogos, era mascote. O futebol sempre fez parte da vida dele”, afirmou. Técnico de André na escolinha de futebol de Búzios, Valmir dos Santos também sempre apostou no moleque: “Ele sempre teve o dom. Sabia se posicionar bem. O André nunca foi craque, mas sempre teve o cheiro do gol”.

Fonte: O Dia

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